O que é isso que faz com que as pessoas pensem juntas? Essa coisa que faz elas falarem juntas também. O que são essas ligações inexplicáveis que conectam os seres humanos? Porque as pessoas ficam parecidas quando convivem? E o que é isso que nos deixa tão ligados uns aos outros? Como funciona esse mecanismo de sensações estranhas que conspiram para que as pessoas se relacionem? De que maneira as coisas nos afetam e nós afetamos as coisas? O que são esses impulsivos nervosos, transcritos em batimentos cardíacos, que nos fazem sentir dores e aflições por alguém? De onde vem esses sentimentos? Para onde vão? Existe explicação para energias que conspiram por nós? Existem energias?
As energias que as pessoas conservam, nem sempre são as que elas expandem. Energias são trocadas, roubadas, transmitidas e absorvidas. Algum teórico já deve ter conceituado o corpo humano relacionado às energias, mas eu tenho a petulância de dizer que as energias não existem. Elas são meras racionalidades nossas, para que haja uma explicação concreta das coisas que nós não sabemos explicar, porém eu acredito nas energias das pessoas, e digo mais: acho que as energias são muito mais válidas do que as próprias pessoas.
sábado, 30 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Eloquência Diária
Eloquência: Subs. Fem.- Faculdade de dizer, por forma que se domine o ânimo de quem ouve. Talento de convencer, deleitar ou comover, falando. Arte de bem falar. Um dos gêneros da elocução retórica. Oratória.
A constante indignação de ser incompreendida, aquele saber que só é dominado no inconsciente. Uma relação direta entre a racionalidade dos signos e do entendimento das mensagens subscritas para nós mesmos. Uma batalha diária para ser absorvida. Os vícios que nos destroem, os nervos que nos tomam.
Sair para qualquer lugar, falando de qualquer jeito, qualquer coisa, para qualquer um. Lidando com o novo e o curioso, a fábula real que, proveniente do medo, nunca terá final feliz. A ambiguidade das palavras mal pensadas, a formalidade das palavras mal interpretadas. O desejo de falar coisas ilógica, sem perder a exatidão do raciocínio. A prontidão dos textos misturada com aquele sentimento de aflição nas escritas. Com uma pitada de palavras recheadas de significantes gostosos.
Ouvir teorias repassando dúvidas. Degustar lentamente o azedume do conhecimento nunca alcançado, e dividir anseios, igualmente, entre todas as minhas partes fadigadas.
A constante indignação de ser incompreendida, aquele saber que só é dominado no inconsciente. Uma relação direta entre a racionalidade dos signos e do entendimento das mensagens subscritas para nós mesmos. Uma batalha diária para ser absorvida. Os vícios que nos destroem, os nervos que nos tomam.
Sair para qualquer lugar, falando de qualquer jeito, qualquer coisa, para qualquer um. Lidando com o novo e o curioso, a fábula real que, proveniente do medo, nunca terá final feliz. A ambiguidade das palavras mal pensadas, a formalidade das palavras mal interpretadas. O desejo de falar coisas ilógica, sem perder a exatidão do raciocínio. A prontidão dos textos misturada com aquele sentimento de aflição nas escritas. Com uma pitada de palavras recheadas de significantes gostosos.
Ouvir teorias repassando dúvidas. Degustar lentamente o azedume do conhecimento nunca alcançado, e dividir anseios, igualmente, entre todas as minhas partes fadigadas.
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